Hoje é segunda-feira e os desafios de dar um rumo sustentável para a floresta do meu estado ainda dão um nó na cabeça. A trama que tece o destino da região ainda é tão emaranhada, há tantas sub-camadas a desfazer e refazer. Mas, nos últimos dez anos aprendi muito sobre a floresta e seus vários destinos. Tiro conclusões.
Por exemplo, há um plano concreto, pequeno, de ações e projetos que realmente mostram alguma viabilidade. Há necessidade urgente de dar um sentido a floresta e consolidá-lo antes que venha o fogo, a pata do boi. Muitos são contra dar sentido e valor a floresta. Não querem monetarizar o mato, quando este é desvalorizado. Sinto muito. Sem valor monetário a floresta vai sucumbir. Depois veremos o valor espiritual, ambiental. A floresta sustenta tudo isso, mas temos sim que vê-la como folhas verdes, reai$.
O outro plano, o abstrato, geralmente sai da cabeça de Brasília e de alguns engravatados. São fazedores de planos, devoradores de verbas, governamentais ou não. Planejam, lançam livros, submetem projetos e no final o seu Zé lá da colocação fica na mesma. Não dá. Tem que colocar essas cabeças fora da Amazônia. Esses sabem emaranhar bem as coisas para no final tirar o fiozinho de ouro deles. Esses eu já conheço pelo cheiro. Aparecem aqui de vez em quando com um plano salvador para a floresta. Esse ano vamos fazer assim, assado.
Prefiro fincar o pé no chão e fazer a floresta dar dinheiro. Não precisamos usar toda a madeira, o óleo, um pouquinho basta para deixar todos os Amazônidas em melhores condições. Na mata, essa é minha luta.
Por exemplo, há um plano concreto, pequeno, de ações e projetos que realmente mostram alguma viabilidade. Há necessidade urgente de dar um sentido a floresta e consolidá-lo antes que venha o fogo, a pata do boi. Muitos são contra dar sentido e valor a floresta. Não querem monetarizar o mato, quando este é desvalorizado. Sinto muito. Sem valor monetário a floresta vai sucumbir. Depois veremos o valor espiritual, ambiental. A floresta sustenta tudo isso, mas temos sim que vê-la como folhas verdes, reai$.
O outro plano, o abstrato, geralmente sai da cabeça de Brasília e de alguns engravatados. São fazedores de planos, devoradores de verbas, governamentais ou não. Planejam, lançam livros, submetem projetos e no final o seu Zé lá da colocação fica na mesma. Não dá. Tem que colocar essas cabeças fora da Amazônia. Esses sabem emaranhar bem as coisas para no final tirar o fiozinho de ouro deles. Esses eu já conheço pelo cheiro. Aparecem aqui de vez em quando com um plano salvador para a floresta. Esse ano vamos fazer assim, assado.
Prefiro fincar o pé no chão e fazer a floresta dar dinheiro. Não precisamos usar toda a madeira, o óleo, um pouquinho basta para deixar todos os Amazônidas em melhores condições. Na mata, essa é minha luta.
